Seriam duas modalidades mas Osasco trabalha uma, o vôlei feminino; o basquete continua fora dos planos e, enquanto isso, a Federação Paulista já encaminha a temporada das bases.
A pauta aqui não são escolinhas (📸), são as equipes federadas que a prefeitura prometeu manter após a saída do Bradesco em dezembro de 2023. Um ano depois, o prefeito Rogério Lins postaria vídeo com uma bola de vôlei e outra de basquete para garantir que manteria o projeto deixado pelo banco e com mais excelência ainda.
Lins deixou a prefeitura e também deixou a promessa – cumprida em parte. O vôlei feminino é só alegria, o profissional posa entre os ricos do Brasil e, para ficar ainda mais mamão com mel, tem aporte municipal que passa dos R$2 milhões.
Isso à parte, o vôlei tem três categorias de base, todas vinculadas ao profissional e que partem para a temporada. Mas conferindo a agenda da Federação Paulista de Basquete, a ausência de Osasco expõe o quadro de abandono.
O basquete paulista entra com cinco bases já em andamento: o Sub 13, o Sub 14 e o Sub 16 largaram em 28 de março; o Sub 15 em 7 deste mês; o Sub 18 dia 1º e o Sub 20 aguarda detalhamento. Nada de Osasco, enquanto que na época do Bradescão era caneco disputado em todas.
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