A torcida reage à norma de elegibilidade que bane trans do vôlei. Osasco estrou na Superliga sob liminar via Justiça comum mas parou aí – a Confederação Brasileira partiu pelo direito, derrubou a garantia judicial e recuperou a norma. Por conseguinte, nas duas rodadas seguintes a equipe paulista foi com elenco cem por cento feminino.
E sim, número importante da webtorcida acompanha essa movimentação e a favor da norma, seguindo CBV e a Federação Internacional. O torcedor reage ora tirando sarro, ora na técnica mas sem grosserias – tanto que o clube mantém os comentários.
A arquibancada virtual não tem nenhum entrave quanto ao tema, apenas elege que categoria feminina é o oposto da masculina e que trans não cabe – sem inquisição esportiva. Do mesmo jeito que há torcedores pelo fim de gêneros no vôlei, há os tradicionais.
Após a CBV impor-se com medidas resgatando a norma que desce do Comitê Olímpico Internacional, o clube mantém-se reservado, nenhum pio. No entanto, ouve-se que Osasco não desistiu e que estaria em movimento para contestar nas instâncias jurídicas esportivas.
SUPERLIGA
Osasco com trans
– 1ª rodada
19 de outubro – Brasília 0x3
Osasco sem
– 2ª rodada
Dia 24 – Mackenzie 1×3
– 3ª rodada
Dia 31 – 3×0 Maringá
CLASSIFICAÇÃO
1 Flamengo 9 pontos
2 Bauru 9
3 Praia Clube 9
4 Osasco 9
5 Minas Tênis 8
6 Fluminense 2
7 Pinheiros 2
8 Brusque 2
9 Maringá 1
10 Mackenzie —
11 Barueri —
12 Brasília —
4ª RODADA
– quinta, 5
18h30 Mackenzie x Minas Tênis
– sexta
18h30 Maringá x Flamengo
21h Fluminense x Osasco
– sábado, 7
18h30 Brasília x Praia Clube
21h Bauru x Pinheiros
– domingo
11h Barueri x Brusque
