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Rede Globo vive seu pior momento. Até quando?

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Rede Globo vive seu pior momento. Até quando?
janeiro 22
13:29 2019

Por Nilson Martins

Desde sua fundação, a Rede Globo sempre foi o apoio dos governos. Claro que com isso, havia uma excelente troca com recursos financeiros implementados através de publicidade governamental, algo que os Marinhos sempre estiveram à frente transformando e colocando a Rede Globo entre as maiores do planeta terra.

A decadência do sistema Globo não iniciou agora, vem de tempos com artistas famosos de esquerda sempre se intrometendo no meio politico apoiando governos Lula e Dilma e escrachando os que vieram depois; Temer e agora Jair Bolsonaro. E a modernidade e velocidade com a chegada da internet. Filmes famosos através da Netflix por baixos valores, algo em torno de 20 reais por mês, enquanto a Rede Globo ficou estacionada e provocativa quanto a eleição do Capitão.

Não captou que quem elegeria Bolsonaro seria a população, insatisfeita com tantos descasos de corrupção reveladas pela Operação Lava Jato que tornou público crimes cometidos pelo ex-presidente Lula que está preso sem nenhuma expectativa para sair, com outras condenações batendo à porta.

Com isso, Bolsonaro encontrou seu momento, graças às derrapadas do PT com uma presidente escolhida por Lula totalmente fora do contexto. Com as redes sociais trazendo a verdadeira informação a população optou pelo fim de continuidade de comando do país nas mãos de esquerda e resolveu eleger um capitão do Exército, embalada nas promessas de trazer ao país a paz sonhada há muitos anos, principalmente de fazer justiça àqueles que sempre andaram à margem da lei. O recado foi dado e o povo apoiou.

A Rede Globo parece perdida no seu pior momento. Vive um momento delicado e iniciou 2019 sendo empurrada para o ringue. Seu modelo de negócio é alvo do ataque das novas mídias. A Globoplay é uma tentativa desesperada de enfrentar gigantes como a Netflix, mas não consegue avançar.

Para entendedores, Bolsonaro foi à guerra, fez em 15 dias o que o PT não fez em 13 anos. Acordo com a venus platinada parece não estar na agenda para um acordo com o novo governo, que prometeu democratizar as verbas publicitária. O Capitão não perdeu tempo. Para se comunicar, usa os concorrentes Twitter, Record e SBT. Anunciou que irá reduzir os recursos para a mídia tradicional e que acabará com a famosa “bonificação por volume”, mecanismo que faz a Globo engolir os recursos do mercado publicitário.

E tem mais outro complicador para a Globo. O Planalto articula a nova CNN Brasil para disputar o nicho da Globonews. Seus sócios são empresários amigos do clã e um sobrinho de Edir Macedo o chefão da Rede Record e dono da Igreja Universal. E fica a indagação. Até quando os Marinhos vão suportar tamanha pressão. Algo indica que A Globo será vendida a um grupo internacional e logo pois a cada dia se desvaloriza.

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