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27/06/2019
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POLÍCIA: calibre 12 e a 5.56 perdem para as armas do crime organizado

O governo de São Paulo libera a espingarda calibre 12 para uso integral da Polícia Militar. A medida faz parte de uma operação em escala e com promessa de endurecer o front contra o banditismo.

Essa notícia é importante num momento onde a segurança é preocupação diária do cidadão vítima de criminosos. No entanto, os fatos estão aí e apontam que a rota do crime municia os bandidos com armamentos mais poderosos que nem mesmo a carabina calibre 5.56 da Polícia Civil faz frente.

O crime organizado vem usando até bazuca para ataques a carros-fortes, por exemplo; e nos mais corriqueiros os bandidos vão com fuzis de assalto e contenção – tipo dos usados pelo Exército.

Os levantamentos da área de segurança no Brasil mostram que no ano passado o uso de fuzis pelo crime organizado dobrou no eixo São Paulo-Rio. E por mais que a Polícia Federal feche o gargalo nas fronteiras, o contrabando segue municiando as facções.

A situação chega a um ponto que Ítalo Zaccaro Neto, delegado do Departamento Estadual de Investigações Criminosas exclamar: “Nunca vi tanto fuzil na mão de bandidos como agora!”

Além dessa arma poderosa, metralhadoras capazes de derrubar helicópteros também fazem parte do arsenal do crime. Mas voltando à calibre 12 da PM e ao armamento da Polícia Civil, nos enfrentamentos urbanos contras bandidos avulsos que usam revólveres, tudo bem porque a vantagem é toda dos policiais.

O problema fica para quando os guerreiros da polícia partem contra bandidos de facções – o crime organizado atua feito célula terrorista a começar pela tática de guerrilha ao armamento de batalha.