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21/05/2019
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Polícia

LARANJAS: Polícia Federal faz buscas no diretório do PSL em Minas Gerais

Denuncias que vem desde final de 2018, leva agora a a Polícia Federal abrir inquérito para apurar as suspeitas de que candidatas do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, em Minas Gerais tenham servido de “laranjas” para desvio de recursos do Fundo Eleitoral. O diretório do partido no estado foi presidido, durante as eleições de 2018, pelo atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, que ainda não é investigado. Chama muito a atenção pelo fato do partido ser o mesmo que elegeu Jair Bolsonaro para presidente.

Pelo menos quatro candidatas do partido no pleito do ano passado apresentam a combinação de poucos votos e altos repasses de recursos públicos, o que é tradicionalmente considerado um indicativo de candidaturas fraudulentas. As ex-postulantes Camila Fernandes, Debora Gomes, Lílian Bernardino e Naftali Tamar obtiveram resultados pífios, entre 196 e 885 votos, mas foram as destinatárias de repasses entre 60.000 e 72.000 reais do caixa do PSL.

O caso das quatro possíveis “laranjas” de Minas Gerais já estava na mira da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) do estado, que enviou ofícios à Justiça pedindo a prorrogação da análise das contas de campanha delas para poder aprofundar a investigação na esfera eleitoral. (Conteúdo Veja)

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