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De arame farpado a mísseis: operação de guerra em Brasília

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De arame farpado a mísseis: operação de guerra em Brasília
dezembro 31
14:04 2018

O cenário cai perfeitamente num roteiro de ação com Brasília sob ataque. A área central do Planalto transforma-se num teatro de guerra e os protagonistas são o Exército, Marinha e Aeronáutica. Amanhã tem a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro e sob ameaças de ataque. A PF está rastreando as informações que anunciam atentados e, por conta disso, o evento cívico acontece sob rígido protocolo militar.

Bastaria a presença do premiê israelense Netanyahu para que o Brasil garantisse medida assim. O primeiro-ministro já vem com um suporte de segurança especializado em antiterrorismo e, claro, tudo ganha muito mais tensão com a posse sob ameaças.

Então, a cerimônia em Brasília acontece sob uma tática de guerra. As Forças Armadas isolam algumas partes com arames farpados como se vê nas barricadas de guerrilhas. Em termos antiaéreos há um radar que acusa qualquer aeronave nas imediações.

Caso isso aconteça, o alerta é acionado para dois mísseis a laser e com poder de fogo para abater alvo até 7km. Quanto ao contingente, são mais de 3,2 mil homens contando Forças Armadas, Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros.

O arame farpado e que reforça esse cenário bélico em Brasília fica na parte baixa da Esplanada dos Ministérios. Chamado de concertina, esse aramado do Exército é farpado com lâminas e protege área da Procuradoria e além do Palácio do Planalto.

Para o público, muitos agentes infiltrados e aquele esquemão de segurança, naturalmente. Quem pretende ficar mais próximo do Palácio do Planalto não pode levar garrafas, bolsas ou mochilas, sprays, máscaras, fogos de artifício, guarda-chuva e nem carrinhos de bebê.

Além de todo armamento do Exército, a Aeronáutica tem 20 aviões em posição de alerta em pontos estratégicos. O que isso quer dizer? Como se trata de um estado de alerta, qualquer sinal de perigo essas aeronaves partem imediatamente e em condições de abate. Lembrando, trata-se de uma operação de guerra.

A Aeronáutica tem o supersônico F-5 e A-29, chamado de Supertucano. O F-5 é para combate lá nas alturas e numa medida extrema; o A-29 trabalha mais próximo do solo. E leia o que diz o brigadeiro Ricardo Cesar Mangrich: “Qualquer aeronave que adentre essa área sem estar autorizada é automaticamente classificada como hostil e vai ser engajada. Engajada, que eu digo, ela vai sofrer um ataque por mísseis.”

Sobre o Autor

Marcio Silvio

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