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Bradesco Osasco estreia na Superliga B: pelo acesso ou como figurante?

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Bradesco Osasco estreia na Superliga B: pelo acesso ou como figurante?
janeiro 18
19:26 2019

Chega mais uma edição da Superliga B e com o vôlei de Osasco nas mãos da Associação Desportista Classista Bradesco. O clube do banco tem sede no Jardim Cipava na zona Sul, e o Bradesco se caracteriza pelo trabalho nas categorias de formação. Sim, mas tem essa equipe pré-profissional que disputa a segunda divisão do nacional.

E a cada temporada do Bradesco na Superliga B o QG Notícias vem com essa questão: o objetivo é jogar pelo acesso à elite ou apenas para cumprir tabela e também para colocar jogadoras na vitrine do mercado?

Em Osasco há uma questão bem peculiar com relação ao vôlei feminino, já que desde meados dos anos 90 a cidade faz estrada e a partir da chegada do próprio Bradesco ao comprar o então BCN.

Mas a questão segue: o clube do Jardim Cipava vai brigar pelo acesso? A essa interrogação junta-se outra: e o que aconteceria com Osasco tendo Bradesco e Audax na elite nacional? O que alguns apontam é que se essa hipótese se concretizar haveria uma fusão porque trata-se de uma mesma marca por trás de tudo.

Como assim? Todo mundo sabe que por trás do Audax tem o Bradesco. Claro, o assunto não e fixo e nem é para discussão agora porque, antes de tudo, é preciso aguardar o time na Superliga B – se vai mesmo entrar com pegada visando o acesso..

Numa linguagem tipo teoria da conspiração, o acesso do Bradesco via Superliga B seria o caminho protocolar para a volta triunfal do banco ao Liberatão de Presidente Altino. Por outro lado, é preciso destacar que o Bradesco já se faz presente no vôlei profissional do Audax, só que indireta e ocultamente.

E para fechar, há uma questão mais quente sobre a postura do banco com relação à Superliga principal. O Bradesco e o Itaú fizeram danças de acasalamento para a Confederação Brasileira de Vôlei, sendo que o Bradesco foi o mais intenso nessa relação. O objetivo, naturalmente, seria desbancar o patrocínio do Banco do Brasil.

Isso vem lá de 2009 e numa história atrelada à decisão que tirou o Finasa de quadra. O Banco do Brasil continua forte e absoluto como marca da CBV e, portanto, está aí uma bronca para o Bradesco e que, talvez, seja grande o suficiente para sustentar o não retorno à elite.

PRIMEIRA RODADA

Isso à parte, a Superliga B começa nesse sabadão e cumprindo a sexta edição. São oito times em busca das duas vagas finais que garantem acesso à elite. A rodada começa às 17h com Londrina contra o rebaixado Valinhos; ainda no Paraná tem Maringá recebendo o Bradesco Osasco, às 19h30 no Chico Neto.

É a terceira temporada da equipe do banco que pega um estreante da Superliga B. E o Bradesco entra em quadra tendo como destaque a veterana Érica Adachi e que veste a camisa de capitã: “A expectativa para estreia esse sábado é de vitória e o foco é sempre esse. É claro que nós temos uma equipe jovem e estamos buscando adquirir bastante experiência.”

Os jogos nessa fase são em turno único com todos contra todos e sem eliminação porque os oito times avançam para as quartas de final e para jogos casados, play-offs em melhor de três. A final da Superliga B será em 13 de abril. Lembrando, o campeão e o vice estarão na elite nacional imediata.

SÁBADO, 19
17h

Londrina x Vôlei Valinhos
20h30
Maringá x Bradesco Osasco
DOMINGO
19h30

Cefa/RS x Flamengo
QUARTA-FEIRA, 30
20h

São José dos Pinhais/PR x Franca

Sobre o Autor

Marcio Silvio

Marcio Silvio

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