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21/05/2019
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Barueri é só alegria com o Hinode renovado; em Osasco a casa cai com o adeus da Nestlé

A parceira começou em 2009 e a Superliga de agora foi o capítulo final do Vôlei Nestlé. A empresa não renova com Osasco e a casa cai. O QG Notícias já publicara que a prefeitura vinha com dificuldades para reapertos de mãos nas últimas temporadas.

A equipe de Osasco chegou às semifinais do nacional e foi eliminada pelo Praia Clube e, na sequência, o golpe feito ace fatal. Agora, vive repeteco do Finasa 2009. Logo após a Superliga daquela temporada o Bradesco tirava o time de campo e, de uma hora para outra, jogadoras e comissão técnica, todo mundo na rua.

No entanto, ao contrário do que fez o banco, a diretoria do Nestlé deixou Osasco devidamente de sobreaviso quando fechou a última temporada. Ou seja, ninguém é pego de surpresa.

A saída da Nestlé deixa o vôlei na rua, é fato. O técnico Luizomar de Moura está na batalha e vai tentar se agarrar à prefeitura até conseguir nova marca para garantir a continuidade do projeto.

O investimento anual passa dos R$5 milhões para hexa paulista, trica brasileiro, duas Superligas, tetracampeonato Sul-americano, mais Top Volley, Copa do Brasil e o Mundial de Clubes.

 

Em Barueri

Cenário bem diferente na cidade que é vizinha de Osasco. O vôlei feminino é projeto do técnico José Roberto Guimarães e está muito bem ancorada pela Hinode, que já renovou a parceria.

Com esse patrocínio o treinador pôde montar um elenco importante para a Superliga e, portanto, as expectativas são para um time ainda mais competitivo.

O treinador disse que Barueri não teve tempo para mostrar todo potencial, já que as principais jogadoras passaram a maior parte da Superliga recuperando-se de lesões.

O time avançou às quartas de final e caiu diante do Vôlei Nestlé. Agora, enquanto Barueri dá sequência com tudo ajustado e já pensando na próxima Superliga, em Osasco o momento é de sobrevivência porque vôlei desempregado.

 

Baque nacional

Com a saída da Unilever no ano passado, a Nestlé posava como única potência no vôlei feminino. Lembrando, nos anos 90 a empresa investiu forte e fez muito sucesso com a equipe do Leite Moça, retornando indiretamente em 2009 com o Sollys.

Posteriormente a Nestlé anunciou o Molico até que, por fim, decidiu pelo nome próprio na camisa. E com a baixa de agora, quem refulge na vitrine como potência empresarial é Barueri com o Hinode.

No mais, o vôlei de Osasco não tem do que reclamar da Nestlé. Quando o Bradesco tirou o time de quadra em 2009, a prefeitura conseguiu segurar elenco e comissão técnica de abril até setembro daquele ano, quando a empresa anunciava o Sollys para salvar o projeto.

Desde então, 9 anos de parceria e com muitos títulos. Por fim, a multinacional não abandona o vôlei feminino, já que aviso fora dado no ano passado. Portanto, Luizomar de Moura sabia disso de antemão, assim como a prefeitura de Osasco.

 

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