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18/06/2019
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Geral

Atenção para greve geral anunciada: transporte coletivo para à meia-noite de quinta

As centrais sindicais estão mobilizadas e ganhando importantes parcerias para greve geral marcada para sexta-feira agora. O movimento promete travar o país em protesto contra o projeto do governo de reforma da Previdência. Nesse bojo também cabem reivindicações trabalhistas e também em nome da educação.

Sendo assim, o alarme geral fica para a madrugada de quinta-feira. Vagner Freitas é o presidente da Central Única dos Trabalhadores e a fala dele é sumária: “A imagem que queremos é a Paulista deserta, ruas desertas no dia.”

Para isso, o transporte público é a ferramenta da vez e os sindicalistas contam com essa adesão. Quem afirma é João Carlos Juruna, secretário-geral da Força Sindical: “É essencial que parem porque, se eles não aderirem, a impressão é de que não houve paralisação. São categorias expressivas de demonstrações de poder dos trabalhadores.”

O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo teve assembleia ontem e a categoria disse sim à greve. Portanto, os coletivos param à zero hora de quinta-feira.

Do asfalto para os trilhos, ferroviários e metroviários também estão nesse movimento e deixam as linhas vazias na sexta-feira. Até mesmo as 4-Amarela e 5-Lilás, da iniciativa privada, devem parar. Quanto a CPTM, nenhuma dúvida porque os 5 mil trabalhadores aderiram.

A greve geral também tem apoio do Sindicato dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, da Associação Nacional de Pós-graduandos, da Nacional dos Estudantes em Ensino Técnico, da Confederação dos Trabalhadores em Educação, da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e da União Nacional dos Estudantes. Em contrapartida, a Federação Nacional das Escolas Particulares diz não à greve e o funcionário que aderir terá desconto na folha de pagamento.