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Aliados cobram que partidos de oposição também sejam investigados

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Aliados cobram que partidos de oposição também sejam investigados
janeiro 20
19:36 2019

Com o avanço das investigações sobre o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), aliados partem para o contra-ataque e cobram apuração de suspeitas envolvendo partidos de oposição. Em um movimento paralelo, integrantes do Palácio do Planalto tentam descolar o episódio do governo de Jair Bolsonaro, pai de Flávio.

 Relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) identificou depósitos suspeitos na conta do deputado estadual pelo Rio de Janeiro que somam R$ 96 mil, além de um pagamento de R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica Federal, de acordo com o Jornal Nacional.

O novo relatório foi feito a pedido do Ministério Público do Rio, que investiga movimentação financeira atípica de assessores parlamentares da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio). Foram abertas 22 investigações contra funcionários e ex-funcionários da Alerj. A suspeita é de que eles devolviam parte dos salários.

Um dos investigados é Fabrício Queiroz, que trabalhou no gabinete de Flávio Bolsonaro. De acordo com o Coaf, ele  movimentou R$ 1,2 milhão de janeiro de 2016 a janeiro de 2017. A suspeita é de prática de lavagem de dinheiro ou “ocultação de bens, direitos e valores”. 

Deputada federal pelo PSL de São Paulo, Joice Hasselmann cobrou explicações do deputado estadual do Rio pelo PT, André Ceciliano, um dos investigados no esquema da Alerj. Segundo o Coaf, 4 funcionários do parlamentar movimentaram R$ 49,31 milhões de forma suspeita. (Conteúdo HuffPost)

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Nilson Martins

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