A CBV adere ao COI quanto ao banimento de mulheres trans, medida que atinge o Osasco Vôlei que tem a oposto Tifanny Abreu. A diretoria já se manifestou em nota, alegando surpresa e que a política de elegibilidade de atletas foi elaborada sem qualquer participação ou opinião prévia do clube.
A surpresa de Osasco causa surpresa, já que o Comitê Olímpico Internacional vem sinalizando providências desde o ano passado e, em março agora, a Política de Proteção da Categoria Feminina tornou-se pública.
A Confederação Brasileira de Vôlei adota a política a partir desta sexta-feira, ação que coloca a surpresa diretoria do clube osasquense em xeque. Na nota publicada, a cartolagem do Osasco diz que aciona o departamento jurídico para as medidas – o clube não tem como segurar a atleta trans.
