16.5 C
Osasco
20/05/2019
QG Notícias | Base segura de informação e conteúdo
Uncategorized

Supremo abre investigação sobre a deputada Bruna Furlan por compra de votos

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu uma investigação sobre a deputada Bruna Furlan (PSDB-SP) por suposto envolvimento num esquema de compra de votos na cidade de Cajamar (SP). De acordo com G1, o inquérito foi pedido pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em fevereiro deste ano, e autorizado pelo ministro no último dia 12. O site procurou a assessoria da deputada, e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

O nome da Bruna apareceu em duas tabelas apreendidas pela polícia com nome e telefone de dezenas de pessoas, denominadas “Reunião Bruna Furlan e Luiz Fernando”. O material foi colhido em outra investigação que tinha como alvos o vereador Geraldo Aparecido Lacerda Ferreira (PSDB-SP), conhecido como Cidão; e seu suplente Ronaldo Alves Pinto, eleitos em 2016.

Um adversário político dos dois denunciou um esquema pelo qual eram pagos R$ 50 por voto, que contaria ainda com a suposta participação do ex-prefeito de Cajamar, Daniel Fonseca (PSDB-SP), que teve o mandato cassado em 2015. Também foram obtidos registros de conversas de Cidão no WhatsApp que comprovariam a existência do esquema.

Além de corrupção eleitoral, Bruna Furlan será investigada por suposta participação em organização criminosa. Ao autorizar o inquérito, o ministro Ricardo Lewandowski determinou a tomada de depoimento da deputada e dos demais suspeitos. “À primeira vista, os fatos narrados na manifestação do Parquet [Ministério Público] podem constituir ilícitos penais, devendo-se salientar que, embora de forma ainda embrionária, os autos possuem elementos probatórios aptos a embasar o início das investigações”, escreveu no despacho. (Conteúdo G1)

Related posts

MÚSICA DA HORA: a patente letal e João Bosco de frente pro crime

Marcio Silvio

Ministro Lewandowski rejeita habeas corpus para ex-deputado Rocha Loures

Nilson Martins

TRT declara greve da UNIFIEO não abusiva e obriga universidade pagar dias parados

Nilson Martins