Aproximação de Joaquim Levi com lideranças do PMDB e PSDB, faz ajustes da economia avançarem no Congresso

novembro 14
21:39 2015

Depois de sofrer o mais forte desgaste público desde que foi convidado pela presidente Dilma Rousseff a assumir o Ministério da Fazenda, há exatamente um ano, o ministro Joaquim Levy conseguiu, enfim, fazer andar a segunda fase de seu ajuste fiscal no Congresso graças a uma aproximação atípica com o PMDB e o PSDB, principal partido de oposição ao governo. Levy não pode nem sequer “usufruir” dos avanços da última semana, uma vez que o Planalto tem dado sinais de insatisfação, pela primeira vez, com o desempenho do ministro. Mas seus movimentos políticos recentes ao menos permitiram colher vitórias inéditas neste segundo semestre.

O projeto de repatriação de ativos de brasileiros mantidos ilegalmente no exterior, que tem o potencial de atrair cerca de R$ 15 bilhões no ano que vem aos cofres federais, foi aprovado pela Câmara. Os deputados também deram sinal verde para a medida provisória que permitirá a cobrança de outorga nos leilões do setor elétrico previsto para este mês, que deve trazer R$ 11,2 bilhões para o governo ainda neste ano. Também a proposta de prorrogação da Desvinculação das Receitas da União (DRU) até 2023 caminhou e será votada em comissão especial na próxima terça-feira. (Estado)

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