Thaísa, agora de olho na cicatrização

julho 06
19:39 2015

Quer um assunto que apavora todo atleta, seja profissional ou não? Basta colocar o joelho na mesa. Seja qual for a modalidade, o bendito joelho é fundamental. E nos esportes de alto rendimento então, nem se fale. Se problema em um joelho é causa de pânico, como fica quando são os dois ao mesmo tempo? Quem fala disso com firmeza é a central Thaísa, capitã do vôlei de Osasco e que há duas semanas entrou na faca.

E faca dupla mesmo, já que passou por operação nos dois joelhos. Sim, a grandona de 1,96m encolheu-se toda mas foi lá encarar esse desafio monstro para ela, que vinha sofrendo dores há duas temporadas. O procedimento foi sucesso total, a celebridade do vôlei já caminha sozinha, consegue subir e descer escadas, enfim, dia a dia está voltando à rotina normal. Mas para esse resultado, são sessões diárias de fisioterapia. Voltar a treinar, só a partir de setembro.

Mas Thaísa está mesmo feliz da vida, não sente mais dores e, agora, todo dia ela olha para as marcas nos joelhos. O tratamento é de espera em busca da cicatrização. O tempo? O planejamento médico para a fera seleção brasileira é para mais que cem por cento nos Jogos Olímpicos.

Todo esse sufoco de operação em dose dupla, de trabalho intenso para resolver dores antigas é visando a Olimpíada do Rio, ano que vem. Thaísa tem o sonho de subir no pódio mais alto jogando no Brasil. E por conta disso, vale todo esse sacrifício e empenho – cirurgia, tempo afastado das quadras, fisioterapias e paciência, muita paciência.

Mas quando ela olha para os joelhos e vê que os sinais estão ficando cada vez menos evidentes, a xerifona agradece e risca mais um dia de conquistas na agenda. E vai ser assim até setembro chegar. (Márcio Silvio)

 

A capitã com o fisioterapeuta Fernando Fernandes.

A capitã, os joelhos e o fisioterapeuta Fernando Fernandes.

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