Ranking da CBV não promove Camila Brait

 Extra!
Abril 30
14:28 2015

O sistema de pontuação com o qual a Confederação Brasileira de Vôlei classifica os atletas não tem aprovação unânime da torcida, tampouco dos profissionais que fazem o vôlei acontecer nas quadras de todo País.

No ranqueamento do ano passado, por exemplo, a ponteira Jaqueline manteve-se na cotação máxima, 7 pontos, mesmo estando sem atuar por toda temporada. Sem clube e só aparecendo em quadra para defender a seleção brasileira, a atacante se surpreendeu com o ranking e não deixou de criticá-lo.

Esse é só um caso. Há nomes bem cotados na lista da CBV e que não cai no agrado da crítica. No caso do vôlei de Osasco, duas jogadoras são do nível máximo, a levantadora Dani Lins e a central e capitã Thaísa.

São titulares da seleção brasileira e plenamente justificadas com o nível 7. Outras duas do Molico Osasco aparecem logo abaixo com 6 pontos, a central Adenízia e a ponteira Kenia Carcaces.

No entanto, os 5 pontos dados para a líbero Camila Brait é um dos assuntos críticos do ranking. Titular da seleção brasileira e a melhor da posição na Superliga Feminina, ela continua sendo não valorizada pelo ranking.

Brait divide os 5 pontos com a ponteira Mari, que tem muito menos volume de jogo na temporada; e também com Ivna, boa jogadora mas com uma performance de altos e baixos. Por outro lado, a líbero do Molico Osasco é de uma regularidade espetacular, uma atleta com eficiência e exatidão de altíssimo rendimento. (Márcio Silvio)

É titular da seleção brasileira.

É titular da seleção brasileira.

30. Camila Brait 2

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