Eles devem morrer na prisão, diz promotor quanto aos três réus da chacina de Osasco

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Eles devem morrer na prisão, diz promotor quanto aos três réus da chacina de Osasco
setembro 21
19:37 2017

Dois policiais militares e um guarda civil estão sob juri popular desde segunda-feira no Fórum de Osasco. No penúltimo dia de julgamento eles ouviram do promotor Marcelo Oliveira que devem morrer na prisão. Entre outras coisas, o promotor os chamou de ‘criminosos de farda’.

Amanhã é o último dia desse embate entre o promotor com os advogados de defesa. Estão em juízo os PMs Fabrício Eleutério e Thiago Henklain, mais o guarda civil Sérgio Manhanhã, respondendo pelo assassinato de 17 pessoas em agosto de 2015 e que também deixou sete feridos naquele sanguinário dia 13.

No interrogatório de ontem todos eles negaram participação na chacina. “Merecem morrer sem que ninguém mate. Morrer de morte natural”, bravejou o promotor Marcelo Oliveira, apontando para os três ao clmar por uma prisão sem volta – ainda que sofram pena máxima chegando a 300 anos, a lei garante que nenhum preso pode ficar detido por mais de 30 anos.

Nessa sexta-feira, portanto, os sete jurados votarão pela condenação ou não dos três: Fabrício Emmanuel Eleutério, 32 anos, das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, a Rota; Thiago Barbosa Henklain, 30 anos, da PM; Sérgio Manhanhã, 43 anos, da Guarda Civil Metropolitana de Barueri. Tem outro militar preso mas que não está nesse banco dos réus. Victor Cristilder Silva dos Santos, 32 anos, entrou com recurso e o julgamento acontece posteriormente. Ele é da Força Tática da PM em Barueri.

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Marcio Silvio

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