Bancos fechados, mas contas devem ser pagas

 Extra!
outubro 07
13:50 2015

A greve dos bancários afeta a rotina do cidadão com as agências fechadas, mas as contas estão aí e não há apelações porque é preciso pagá-las. E como fazer? As alternativas são elementares como caixas eletrônicos, aplicativos, internet banking ou estabelecimentos que recebem contas. No entanto, há casos que não são solucionados nesses recursos.

Segundo a Central Única dos Trabalhadores, 35 centros administrativos foram paralisados e 6.251 agências de 20 Estados mais o Distrito Federal. E na conta do Banco Central, são 23.110 agências bancárias em todo o País. Um detalhe nessa greve é que os bancários estão afetando os centros administrativos e não apenas as agências. São Paulo tem adesão de cerca de 40 mil funcionários de 582 estabelecimentos, sendo que 18 centros administrativos também aderiram.

Quem tem fatura, boleto e cobranças precisa entrar em contato com o cedente para saber das formas para pagamento, lembrando que contas de consumo podem ser pagas nas casas lotéricas. O Procon garante que as empresas são obrigadas a oferecer opções para pagamento (no caso de boletos ou outros documentos). Caso o fornecedor não atenda, o consumidor deve se dirigir ao Procon.

Para saques, o cliente deve se lembrar dos limites diários, pois há variações entre os bancos. Clientes da Caixa Econômica Federal também contam com esse serviço nas casas lotéricas. E para quem usa o internet banking, são possíveis todas as funções de conta corrente ou cartão de crédito.

O Sindicado dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região divulgou balanço do primeiro dia de greve apontando 18 centros administrativos e 582 agências fechadas ontem, somando mais de 38 mil trabalhadores. A próxima assembléia da categoria está marcada para terça-feira, 13, na Quadra dos Bancários a partir das 17h.

 “A proposta dos bancos de reajuste de 5,5%, na prática, está anulando os ganhos conquistados pela categoria bancária em 2013 e 2014. No saldo final destes três anos teríamos uma perda real de 0,26%”, explica Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários. (Márcio Silvio)

Categoria volta a se reunir na próxima terça-feira. (Fotos, Tânia Rêgo)

Categoria volta a se reunir dia 13. (Fotos, Tânia Rêgo)

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